Hora da ação

Se eu fosse a autora da novela ficaria muito orgulhosa do capítulo de ontem. Uau! Foi como ver em câmera lenta a construção de um relacionamento. Pai e filhos. Na reta final quase sempre as coisas são corridas e acabam ficando superficiais. Mas ontem não aconteceu isso. Esse “despertar” de Miguel para a vida se deu de uma forma tão sutil, tão bem amarrado que não “soou” abruta essa mudança do Miguel distante para o Miguel pai. E depois das cenas lindas entre eles, Luís explicou como foram construídos os vínculos: através de conexões. Seja pelo pai aventureiro, ou por interesses profissionais…ou pela vulnerabilidade. Uma ponte foi formada e fortalecida.

Os diálogos foram de dar nó na garganta. A conversa entre Eriberto e Renan, por exemplo, foi de uma coragem. Você sair da zona de conforto e se revelar, se arriscar, numa conversa clara, sem subterfúgios, ao ponto de deixar o outro sem ar. Sem reação. Como a coragem é algo contagiante, acredito que Renan vá refletir e se contagiar. E a decisão de Júlia foi acertada. Manter um distanciamento. Se ouvir, se sentir… a conversa com Felipe foi dura. Afinal, ela o ama, mas o coração está em dúvida. E como ela mesma disse, é preciso catar os pedaços que ficaram pelo caminho para se entregar por inteira. Seja para ele ou para Pedro.

Outro ponto alto foi entre Lígia e Miguel. “Será que não?”, como uma frase assim fora de um contexto não significa nada, mas empregada no momento certo significa esperança. E essa deixa que Lígia deu para Miguel quer dizer muito. Quer dizer um retorno. Quer dizer que toda aquele papo de “não tem volta”, “preciso de estabilidade”, foi por terra abaixo. Numa conversa carregada de emoção, de choro contido, esses dois estão se dando uma chance. E eu aqui louca para ver esse retorno (dessa vez sem “corte rápido“). \o/

Vamos aos tópicos:

  • E a revisão sobre a opção de Irene mergulhar no trabalho para não esmorecer teve início. O mais legal, partiu dela pedir ajuda.
  • Pelo jeito Marlene não frequentou as reuniões para os familiares dos viciados. Porque se ela tivesse ido, provavelmente iria ouvir que não se deve deixar um viciado em tratamento próximo de suas tentações. Ou seja, ele ainda não pode ir ao banco sozinho. Resultado: “R$100 no placê 7”.  🙁
  • Só Esther mesmo para visualizar Laila trabalhando num escritório. Antes chamasse para ajudar na ONG.
  • Será que Dona Iara vai com Arthurzinho caso ele se pique para a Europa? É bem capaz.
  • Guardadas proporções, Guida e Sr. Aníbal estão parecendo Júlia e Pedro. Ô casal complicado. 🙂

PS. Hoje a postagem foi tarde, mas amanhã tento postar mais cedo sobre o capítulo de hoje. :*

Foto: TV Globo

 

 

Comentários

comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *