1000%?

Só posso acreditar que Júlia ficou em choque quando Felipe falou sobre a viagem. Porque a não reação dela foi digna de Miguel. Gaguejou, gaguejou e não disse nada. E para piorar começou com a frase “quem foi que te disse isso?”. E depois foi ladeira a baixo. Felipe ficou P da vida com toda razão. Foi duro e objetivo. Mais uma chance dela ter contado tudo. Sobre o beijo, suas dúvidas e a viajem. Mas não, ela optou, optou… nem sei mais porque ela mentiu. Ou melhor, li algo no site globo.com.

Que inclusive, me deu um pouco mais de esperança. Se você não quer saber pule para o próximo parágrafo. Ela terá uma conversa com Laila onde irá admitir que vai embora porque tem medo de uma ruptura na família por sua causa. Ou seja, esse comportamento instável, confuso, pode não ter a ver com um sentimento por Pedro, mas por prever uma separação definitiva entre os irmãos. Indo por essa linha, a decisão final fica em aberto; sendo assim, Pedro ainda não ganhou essa parada. 🙂

Voltando a revolta de Felipe, ele não pensou duas vezes e se mandou de casa. Miguel ser o intermediador na reconciliação deles fez todo sentido, mas Laila, mesmo sendo aquele velho e conhecido trator desgovernado, não disse besteira ao questionar a participação dele nesse feito. Ele ignorou algumas peças; como a rapidez dela em aceitar viajar e em mentir para o marido. Agora, vamos ver se ele arrancará alguma coisa dela depois de uma pergunta direta sobre os sentimentos entre ela e Pedro.

Bem, vamos aos tópicos:

  • Uma coisa que achei engraçada foi quando Felipe chegou em casa… Júlia tranquila “navegando” provavelmente no Facebook… “que bom vc chegou. Onde vc estava?”. Oi?! Parecia até que ele foi ali na esquina; Estou dizendo, esse povo da novela é evoluído no quesito “relações em crise”.
  • Ahhh, Esther, sentirei sua falta. Ela falou algo tão interessante. Se muitas pessoas pensassem assim, o mundo seria mais belo. Vou até me apropriar e reproduzir aqui: “Quando conheci a Vivian, minha companheira, de cara eu soube o que deveria ser o amor. A experiência de se sentir encontrado, reconhecido, a vontade com outra pessoa, uma sensação de pertencimento, de casa, de não ter que se adaptar, de não ter que fingir nada, nem por um momento (…) Que pode conversar qualquer coisa. (…) E o fato de eu ter encontrado tudo isso numa mulher foi estranho, mas aos poucos fui percebendo que o que existia ali era um grande encontro”. <3 Eriberto, trocando em miúdos, não importa o gênero, se você encontrou o maestro para reger sua orquestra, se jogue. 🙂
  • E Guida encontrou um emprego. Não sei ao certo se o pagamento será o suficiente para manter o padrão delas (ainda mais com Rosa indo fazer mercado a cada segundo), mas pelo menos é um caminho. Agora só falta traçar Sr. Aníbal. kkk
  • Gente, e o papo de Durval? Isso está me cheirando a treta da braba. Marlene minha filha, tô com dó de você.
  • “Porque com a verdade – seja ela qual for – por mais difícil eu consigo lidar. Agora, com a mentira, meia verdade, omissão… eu me desoriento. Não sei onde estou pisando, não sei o tamanho e a forma da situação que estou enfrentando”, ahhh, Felipe, como eu queria que você tivesse dito isso semanas atrás. Iria te plagiar. Na torcida por você, meu caro.
  • Pelo jeito Vicente mudou mesmo. Não cedeu ao papo mole do irmão e foi duro e realista com ele. Mas não deixou de ajudar. Quem não gostou do novo emprego foi D. Iara. Que derrubou todas as latinhas de extrato.
  • Está vendo, Lígia, é disso que estou falando. Isabel está aí. De volta ao mundo. Livre. E não quer se prender a ninguém. Tudo bem que você tem um filho (que cá entre nós como mãe você não foi essa Coca Cola toda), mas não precisa de um homem a tiracolo. Não quero desmerecer Vicente. Ele é integro, companheiro… mas essa relação é furada para ele também. Ele precisa de amor, paixão… algo intenso. Afinal, ele merece.
  • A pessoa que mais trabalhou nessa novela foi Bernardo. Espero que dessa vez ele se encontre e não vá aprontar. Ou roubar dinheiro, ou falsificar carteira, ou sair beijando o chefe… kkkk Boa sorte, cara!

Na contagem regressiva. E já com saudade.

 

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