Distração

Poxa, o cebelo de Ellen já resolveram. E o de Helena? O cabelo está de um jeito que anda atrapalhando a cena. Estou lá no maior envolvimento da cena… eis que surge uma verdadeira juba na tela. É muito brochante. Sem contar que me distrai. Quando percebo estou olhando para o cabelo dela e tentando achar uma solução para a desordem instaurada. Assim não dá!!! 🙁
Estou sem tempo, mas juro que vou “arranjar” algum para fazer uma retrospectiva do cabelo de Helena ao longo da novela. Assim vou ver se o cabelo dela sempre foi assim e eu não percebia, ou se desandou por agora. Aguardem.Ahhh outra coisa, ninguém pode dizer que Bruno não está tentando amansar a fera 🙂

Firme e forte

Poderia ser um encontro casual o de Helena e Marcos no restaurante, mas o que ninguém (exceto Manuel Carlos) imaginaria era que aquele encontro seria o ponto final para o casamento dos dois. Marcos não contava com a pirracinha de Helena. E ela deu a deixa para desestruturar o maridão. Falou em “novos trabalhos”. Pronto, foi o suficiente.

Já em casa saindo do banho (com cabelo molhado é mais fácil amansar a cabeleira) ela dá de cara com quem?! Marcos. Soltando fogo pelas ventas. Ahhh mais uma vez Helena mostrou a verdadeira força das “Helenas” de Maneco. Firme e segura discutiu com o marido defendendo seu ponto de vista, sendo irredutível em outros e mostrando o quanto ele é machista. E o melhor, não chorou. E quando ela disse “desisto de NÓS” a ficha de Marcos caiu. Mesmo sem querer dar o braço a torcer, esse “NÓS” deve ter soado em ecos na mente dele.

Bem, o final dessa história todos já sabem. Helena decretou o fim ao casamento. Que começou como um conto de fadas e se transformou num filme de drama. Mas a maior decepção para Helena estar por vir. Ela vai flagrar o senhor “Whisky” e Dorita aos beijos. E dizem por aí que vai rolar um belo tapa na cara dele. Ui! Essa eu quero ver.

Escorregando no look?!?

Isabel olhou para Myrna e disparou: “O look é vulgar. Tem origem duvidosa”.

Abaixo o “look vulgar” de Myrna…

Agora, olha o look de Isabel numa manhã na casa de Helena…

Pena que não consegui uma foto dela em pé. As cores se parecem… os dois são curtos…até o cabelo arrumado no mesmo estilo. Diferença: de Isabel com alça e de Myrna tomara-que-caia.

Sinal que temos que ter cuidado com o que falamos. 🙂

Procurando ombro… dando ombro

William Shakespeare disse: “O Amor é mais sensível; a Amizade mais segura. O Amor nos dá asas; a Amizade o chão.” (trecho do poema “A diferença entre Amor e a Amizade”). Amizade é algo que prezo, zelo e cultivo. Mantenho as antigas e faço novas amizades. Uma vez falei para minha mãe, é mais fácil eu ser infiel a um namorado do que a uma amiga. Pois, nesse mundo de cão, é preciso ter amizade para viver e seguir. Bem, esse post é para falar da conversa entre Helena e Ellen. Não exatamente do que elas falaram, mas do significado daquele momento.A importância de uma na vida da outra. Ellen está sem chão, sem rumo… Não aceita o que Ariane diz, brigam (essas coisas acontecem nas amizades também) e Ellen sai a procura da outra amiga. Helena fala, Ellen não ouve o que queria, quer ir embora, mas Helena puxa ela para o “chão” e mostra que mudanças devem ocorrer…. não só para Ellen, como para a própria modelo. E as duas, tentam encontrar seus rumos uma com apoio da outra, numa conversa simples, que poderia ter passado despercebido, mas que para quem tem amizades nessa vida, sabe que um momento como esse se torna especial.

Momento pessoal

Costumo falar aqui dos personagens da novela, da produção, das “culhudas”… Em alguns momentos critico, outros elogio… mas hoje quero falar sobre o tema escolhido para essa novela de Manuel Carlos. Ele tem uma caracteristica de “abraçar” um tema para “acordar” a sociedade. Em “VIver a Vida”, ele fala sobre a tetraplegia. Abordando tratamentos, acessibilidade, acessórios para cadeirantes, sugestões de adaptações, é claro que a realidade da personagem Luciana é bem diferente da realidade de muitos brasileiros, mas já vale a “campanha” para nos fazer pensar sobre o tema.

É claro que a recuperação de Luciana está rápida demais – pelo pouco que sei sobre o assunto e pelos depoimentos no final da novela a realidade é bem diferente – mas um pouco que seja próximo da realidade, nos faz pensar sobre o assunto, ou pelo menos deveria. Logo quando ocorreu o acidente em Petra, fiquei pensando como deveria ser ruim você está subindo as escadas correndo num dia e não sentir as pernas no outro. Bem, com o desenrolar da novela venho tentando captar o melhor das cenas que envolve o tratamente de Luciana, as conversas com os médicos, a importância da família. Minha “vó dinda” é cadeirante e por conviver com ela assim por muito tempo acabei me acostumando, mas nunca parei para pensar na história dela. Um mulher que casou cedo, teve dois filhos, perdeu o marido ainda com os filhos pequenos e que para sustentar a família foi para rua trabalhar.

Como não tinha escolaridade, abriu um bar e tocou a vida. Contra tudo e contra todos criou os filhos. Minha mãe, por exemplo, é uma mulher guerreira. Estudou, se formou em Enfermagem, hoje é independente, uma pessoa alto astral e sempre prestativa. Sei que minha vó teve muita contribuição para essa mulher maravilhosa que minha mãe se tornou. Ainda tenho lembranças de quando minha vó andava. Ela sempre esteve presente na nossa criação.

Com o passar dos anos, ela começou a sentir dores na coluna. Os médicos não sabiam o que era. Aos poucos ela começou a ficar com dificuldade de andar, depois passou a usar bengala, depois cadeira de rodas, mas ainda ficava em pé e ia para cama sozinha, mas depois de um tempo ficou totalmente dependente. Os médicos descobriram bem depois que ela tinha um problema sério na coluna e que infelizmente não tinha cura. Ela nunca se conformou com essa limitação (tem muito mais de 20 anos que ela é cadeirante) e sinto por não ter dado um apoio melhor a ela. Não foi descaso, foi falta de conhecimento mesmo. Bem, essa pequena história de minha vida ressurgiu recentemente aos meus pensamento por causa da novela.

Dizem que novela é futilidade, mas depende muito de quem assiste. Eu adoro novela e estou sempre atenta aos detalhes. Mesmo sendo um “momento alfa” para mim, eu tento tirar uma lição. Por isso acho legal essas “campanhas” que as novelas promovem. Se é para o bem que mal tem, não é? Hoje entendo um pouco esse sofrimento de minha vó e tento ao máximo colocá-la para cima e mostrar para ela que com amor e carinho a vida, mesmo em cima de uma cadeira de rodas, pode ser bela.

Mãe é mãe

Dona Edite veio de Búzios super preocupada com Sandrinha e o neto. Queria ver de perto como estava a filha. Mas o que ela não imaginava era que Helena seria sua dor de cabeça.

Logo de cara ela fica sabendo que o casamento da primogénita não está nada bem e que ela está hospedando Dora em sua casa. Edite não gosta nadinha de ter a presença de outra mulher num momento que o casal está fragilizado. Nos dias seguintes descobre que a filha e o marido mal se falam, que estão dormindo em quartos separados, que a filha está pensando em aceitar uma proposta de trabalho e que o marido nem faz idéia disso e a gota d`água: Bruno.

Ela sente o clima entre a filha e o rapaz e fica mais preocupada ainda. E desabafa com a filha: “Estou horrorizada Leninha, com tudo que estou vendo por aqui”. E dá uma lição de moral na filha dizendo que se ela não quer mais estar casada que deve “terminar com dignidade”. É dona Edite, está complicado essa história. Esse casamento já desandou há muito tempo.

Para deixar a dona da pousada ainda mais perplexa, Helena se descontrola quando Rafaela entra no quarto escancarando a porta e questionando se ela pode ir ao jantar. Helena aos berros diz que não e manda a pentelha ir embora.

É o verdadeiro “atirou no que viu e acertou no que não viu”. Preocupada com Sandrinha, Edite viu que precisa mesmo é ficar de olho em Helena.

Guloseima

Não poderia deixar passar em branco uma cena entre Silvia e a vizinha Fernanda. Numa tarde qualquer as duas estão fazendo um lanchinho e Silvia oferece ambrosia para amiga. Silvia coloca um pouquinhoooo (uma colher de sopa) no prato para servir a vizinha. E sabe o que a cena fez uma amiga minha recordar? De mim.
Ela veio uma tarde aqui em casa e eu dei uma fatia(zinha) de pudim pra ela. Acho que eu não queria que terminasse. Que horror! hehehe

Para amenizar minha falta de educação eu garanto que Silvia foi mais gulosa do que eu, afinal de contas ela estava com um pote cheio de doce de leite. Mas pelo menos ela ofereceu mais, neh? Nem isso eu fiz heheheheheh Coisa feia. Desculpa amiga. 😉

Pirracento

Desde pequena sempre odiei pirraça. Meu irmão caçula adorava me pirraçar e eu ficava pra morrer com isso. Cresci e essa aversão por pirraça só fez piorar. Prefiro que uma pessoa me dê um tapa na cara a ficar me pirraçando.

Acho que por isso estou com tanta raiva de Marcos. Ele já está com o “filme queimado” por trair Helena da pior forma possível – na própria casa – mas até então meu sentimento por ele não passava de desprezo. Mas agora é raiva de verdade. Ele está fazendo um jogo terrível com a linda modelo. Faz jantar sem conversar com ela, dita ordens na frente da mãe dela e pior ainda, ele já percebeu que Helena tem birra com Rafaela e sabia que ela não queria a garota no jantar e o que ele fez? Convidou a pentelha para ser sua convidada especial com direito de sentar ao lado dele na mesa. Tudo para pirraçar a quase ex-mulher.

Afff se Marcos irá ser o verdadeiro vilão dessa novela não sei, mas que ele está indo pelo caminho para ser um isso não tenho dúvida.

Aproveitando o carnaval: Visão periférica: ZEEEROooo

Nunca entendi por que o povo de novela não tem visão periférica. Luciana vai conversar com Paixão no momento que Suzana está acabando com a coitada, mas como a boazinha Sú é educada, se retira para as amiguinhas conversarem. Quando as duas se acomodam e Lú pede que amiga console Jorge, eis que surge para ouvir a conversa: Suzana. E não é atrás da porta. A cara de pau ouve a conversa – quase que participando do papo – parada na entrada da sala. E Luciana com zero de visão periférica nem vê nada.

Acho até que a mais cega dessa história foi Paixão, porque ela estava de frente para a porta e nem viu Suzana. Mas como sempre vamos dar um desconto; afinal de contas, se todos as vezes que um cara de pau ficasse num ponto “estratégico” para ouvir/ver algum babado em novela e alguém com boa visão periférica visse não teria graça e nem história.